Na Estância El Rincón, terra e água vêm no mesmo negócio: 650 ha aptos ao arroz, 3,9 milhões de m³ guardados em duas barragens e um arrendatário pagando pela área desde já.
Barragens, taipas de arroz e campo de rotação filmados de drone.
Barragem, canal, energia e direito de uso da água levam anos para sair do papel e consomem boa parte do capital de quem começa do zero. Quem compra campo sem essa estrutura está comprando também a obra.
A El Rincón tem duas barragens que somam 3,9 milhões de m³ e energia trifásica da UTE instalada na propriedade.
Irrigados por gravidade. A água desce até a lavoura pelo desnível do terreno, sem conta de bombeamento.
Com água puxada. Completam os 650 ha aptos ao arroz irrigado.
Em duas barragens. Armazenamento pronto, com energia trifásica UTE na fazenda.
Projeto de pivô pronto. Quatro pivôs desenhados para quem quiser ampliar a área irrigada.
A área está arrendada para arroz, com contrato em vigor. Quem compra entra recebendo e escolhe depois se mantém o arrendatário ou assume a lavoura.
É o que o arrendatário paga hoje, com água e terra incluídas. Prazo, valor e regras de saída do contrato são apresentados no atendimento, com o documento em mãos.
Estimativas da inteligência Argos a partir de faixas de arrendamento de arroz por aptidão hídrica e da série de preços da terra DIEA/MGAP. Não são garantia de rentabilidade: safra, preço do arroz, manejo e contrato mudam o resultado.
O terreno plano permite alagar a lavoura de forma controlada e levar água por gravidade. Na composição de solos da ficha, cerca de 38% da área está no grupo 12.11, de CONEAT 162: são essas planícies que recebem o arroz e, na volta da rotação, as pastagens de azevém e trevo branco.
O proprietário informa índice médio 123, calculado sobre a área original de 1.118 ha. A medição oficial por padrón (DGRN/MGAP), feita sobre os 901,2 ha à venda, dá 110. Os dois ficam acima da média nacional (100). O CONEAT mede a produção de carne e lã em campo natural, sem irrigação, e por isso diz pouco sobre o arroz irrigado, que depende de relevo e de água.
Artigas é o departamento mais ao norte do país, colado no Rio Grande do Sul. Bella Unión, a 50 km, concentra a indústria de arroz e cana da região. Ponto de atenção: fica longe de Montevidéu, que está no outro extremo do país.
Clima: NASA POWER (média de ~30 anos) e INUMET/INE (geadas, 2003 a 2024).










Fotos aéreas de outubro de 2024 e acervo da Argos.
A média nacional de 2025 foi US$ 4.178/ha, recorde da série DIEA/MGAP. A diferença paga a água represada, a área de arroz por gravidade e um contrato de arrendamento que já está rodando.
Na compra, some de 6% a 10% em escrivão, escritura, registro e impostos uruguaios, mais a intermediação de 3% + IVA do comprador.
Uma fazenda de US$ 4,3 milhões, com 11 km de chão até o asfalto, no extremo norte do Uruguai, não serve para qualquer comprador. Confira os dois lados antes de preencher o formulário.
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A Argos tem outras fazendas no Uruguai, de tamanhos e preços diferentes, e também uma consultoria para quem está começando a estudar o país. Se quiser, fale com a equipe e conte o que procura.
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CEO da Argos · Engenheiro agrônomo · CRECI-RS 25.509J
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Mandar minha dúvida no WhatsAppA Argos analisa solo, água, documentação e preço antes de apresentar uma fazenda, e acompanha o comprador da primeira visita ao registro no Uruguai.